
Tô aprendendo que tenho sempre duas opções: viver me lamentando com o que já não é como antes, ou mesmo nunca existiu além da minha cabeça e do meu desejo; ou botar um sorriso no meio da cara e seguir, ninguém é obrigado a saber das minhas dores, a mim, apenas a mim, cabe as dores e as alegrias. E ainda to aprendendo que em tudo na vida temos apenas 50% de chances termos sucesso. Então o jeito é arriscar. Chega de amor unilateral como dizem Sirano e Sirino!
“Acho que devemos fazer a coisa proibida – senão sufocamos. Mas sem sentimento de culpa e sim como aviso de que somos livres.” Eu não vivo o futuro. Eu não sei que caminhos eu seguirei ou que pessoas amarei. Sempre procurei mostrar pras pessoas o lado bom das coisas que eu mesma nunca consegui ver. Sempre disse “vai passar” quando parecia que ia ser eterno o sofrimento e não havia sequer um raio de luz no final do túnel.
Eu já disse em outro post, que nunca admiti que me julgassem sem me conhecer. Nunca admiti que desconfiassem do meu caráter ou da minha idoneidade. O auge da maturidade é agora, é hoje! Eu não quero que minhas vontades tortas e meus desejos secretos fiquem escondidos. Eu quero mais é que eles saiam por aí. Se você estiver no meu caminho, te levarei comigo. (Quer vir?). Eu não quero competir com refrões. Eu quero poesia, ou sou poesia, letra, dança e melodia. Porque eu sou fiel aos meus sentimentos. Não sei fazer joguinho. Eu me entrego mesmo e daí? Assim. Na lata. Eu abro meu coração. Rasgo o verbo. Dou-me em prosa. E se te disser que não te quero, meu olhar vai me desmentir na tua frente. Porque eu falo antes de pensar. Eu falo até sem sequer pensar. Eu penso falando. E se estou com você, aí, não penso duas vezes. Não penso em nada. Não quero mais nada.
“Senhor, tu podes conferir. Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento. Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e se recusa a envelhecer.”
É debruçada em papéis e ‘Word’s’, escrevendo sobre mim e minhas impressões de mundo, que deixo o amor curar as feridas.
“Acho que devemos fazer a coisa proibida – senão sufocamos. Mas sem sentimento de culpa e sim como aviso de que somos livres.” Eu não vivo o futuro. Eu não sei que caminhos eu seguirei ou que pessoas amarei. Sempre procurei mostrar pras pessoas o lado bom das coisas que eu mesma nunca consegui ver. Sempre disse “vai passar” quando parecia que ia ser eterno o sofrimento e não havia sequer um raio de luz no final do túnel.
Eu já disse em outro post, que nunca admiti que me julgassem sem me conhecer. Nunca admiti que desconfiassem do meu caráter ou da minha idoneidade. O auge da maturidade é agora, é hoje! Eu não quero que minhas vontades tortas e meus desejos secretos fiquem escondidos. Eu quero mais é que eles saiam por aí. Se você estiver no meu caminho, te levarei comigo. (Quer vir?). Eu não quero competir com refrões. Eu quero poesia, ou sou poesia, letra, dança e melodia. Porque eu sou fiel aos meus sentimentos. Não sei fazer joguinho. Eu me entrego mesmo e daí? Assim. Na lata. Eu abro meu coração. Rasgo o verbo. Dou-me em prosa. E se te disser que não te quero, meu olhar vai me desmentir na tua frente. Porque eu falo antes de pensar. Eu falo até sem sequer pensar. Eu penso falando. E se estou com você, aí, não penso duas vezes. Não penso em nada. Não quero mais nada.
“Senhor, tu podes conferir. Eu fiz tudo certo, só errei quando coloquei sentimento. Só fiz bobagens e me dei mal quando ouvi este louco coração de criança que insiste em não endurecer e se recusa a envelhecer.”
É debruçada em papéis e ‘Word’s’, escrevendo sobre mim e minhas impressões de mundo, que deixo o amor curar as feridas.

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